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CTEEN

 

Quantas pessoas podem aparecer na Times Square e ter uma tremenda festa judaica lá?", pergunta Koby Lerner, retoricamente.

O garoto de 16 anos de idade de San Diego foi um dos mais de 2.000 adolescentes judeus de países ao redor do mundo a compartilhar uma cerimônia de Havdalá e passar a noite de sábado na icônica Broadway e Seventh Avenue, como parte da 9ª edição anual do Shabaton CTeen International, que aconteceu de 24 a 26 de fevereiro. E isso é apenas uma parte de um fim de semana de celebrações espirituosas (e espirituais), aprendizagem, passeios, socialização e muito mais.

Koby lembra-se da primeira vez em que esteve no Shabaton, dois anos atrás, e sua primeira impressão de Crown Heights em Brooklyn, NY. "A princípio, parecia que não nos encaixávamos ali, não tínhamos chapéus pretos, nem camisas brancas", diz ele. "Mas isso não importava a ninguém lá: eles nos amavam incondicionalmente. Você podia sentir o amor desses completos estranhos."

O que começou nove anos atrás com 40 adolescentes, expandiu-se para mais de 2.000 que vieram neste ano. Juntamente com centenas de acompanhantes e funcionários, este foi o maior Shabaton que já houve até hoje.

Esses números, de acordo com o rabino Mendy Kotlarsky, diretor executivo do Merkos 302, "são um testemunho do trabalho incansável que os dedicados emissários Chabad-Lubavitch realizam para trazer judeus adolescentes mais perto de Yiddishkeit (Judaísmo)".

In Germany, getting ready for going abroad. This year will see the largest international group to date, including chapters from Moscow, Monaco and Brazil. (CTeen Photo)

Na Alemanha, se preparando para ir para o exterior. Neste ano, reuniu-se o maior grupo internacional de todos os tempos, incluindo jovens de Moscou, Mônaco e Brasil. (CTeen Photo)

O rabino Mendy Mottal, emissário Chabad do CTeen Paris, acompanhou 207 participantes de toda a França a Nova Iorque. " É incrível a energia e o esforço que são invertidos na preparação deste evento a cada ano", diz ele. "Nossos adolescentes sempre têm uma experiência estimulante e inspiradora, grande parte da qual atribuo ao incrível sentimento de comunidade que Crown Heights nos oferece."

Neste ano, pela primeira vez, o CTeen recebeu jovens de Moscou, Mônaco e Brasil, tornando este o maior grupo internacional de todos os tempos. E de Israel, o expressivo número de 75 jovens voaram para Nova York.

O rabino Aizik Rosenfeld da Sinagoga Marina Roscha e do Centro Comunitário Judaico em Moscou foi acompanhado por 22 adolescentes para o Shabaton, nenhum dos quais jamais tinha estado nos Estados Unidos. "Eles são realmente energizados para cima", diz Rosenfeld. "Nova York é como um sonho tornado realidade; é o que a América significa para eles."

Os alunos foram hospedados por famílias locais e experimentaram um tradicional Shabat, como era familiar para muitos de seus bisavós e antepassados, acrescenta o rabino.

Rabbi Zalman Marcus, co-director of the Chabad Jewish Center of Mission Viejo, Calif., fields questions from participants and parents about what to expect at the three-day event. (CTeen Photo) 

Rabino Zalman Marcus, co-diretor do Centro Judaico Chabad de Mission Viejo, na Califórnia, respode a questões dos participantes e pais sobre o que esperar no evento de três dias. (CTeen Photo)

"Será uma experiência interessante para eles, manter um Shabat do princípio ao fim", diz Rosenfeld, que se mudou para Moscou há três anos com sua esposa, Blumi. Ele se lembra de ter ficado surpreso com "quanta liberdade há agora, quanta abertura há para Yiddishkeit em geral. Ainda assim, a densidade da Vida Judaica Em Moscou, apesar de estar em um intenso movimento crescente, permanece muito diferente de Crown Heights."

Para esses jovens, diz ele, cada pequeno passo — como colocar tefilin uma vez por semana ou observar o Shabat em qualquer aspecto — é uma grande mudança.

Similarmente aos estudantes russos, Rabi Chai Kohan, chefe da CTeen Español, acrescenta que "o fator de atração para muitos que chegam do Sul e da América Central é a chance de conhecer outros adolescentes judeus de todo o mundo. A maioria deles nunca viajou para os Estados Unidos."

O crescimento mundial de programas CTeen como o Shabaton se deu graças à Fundação Meromim, liderada pelo Rabino Bentzi Lipskier. A fundação já patrocinou mais de 40 casais de emissários Chabad CTeen sob a Iniciativa "New Shluchim".

O Shabaton aconteceu poucos dias depois de milhares de mulheres encherem o Brooklyn como parte da Conferência Internacional anual de Mulheres Emissárias Chabad-Lubavitch (Kinus Hashluchos).

CTeen Côte S. Luc preps in Montreal, Canada (CTeen Photo)

A preparação do CTeen de Côte S. Luc, em  Montreal, Canadá. (CTeen Photo)

"Parte De Sua Jornada"

Em Nova York, os adolescentes visitaram algumas das principais atrações da cidade: a Estátua da Liberdade, o novo One World Trade Center e o Memorial do 11 de Setembro, Midtown, Uptown, Downtown e mais — e passaram o Shabat aprendendo, comendo, rezando, e conhecendo uns aos outros.

Os participantes também fizeram uma visita à Sede Mundial de Lubavitch, no 770 Eastern Parkway, e à casa na President Street e ao escritório do Rebe, Rabino Menachem M. Schneerson, de abençoada memória. E visitaram o Ohel, o lugar de repouso do Rebe, no Cemitério Montefiore Velho em Queens, N.Y.

Teens get an update in Ashkelon, Israel, about the Shabbaton. As many as 75 young Israelis are flying to New York. (CTeen Photo) 

Teens obtêm uma atualização em Ashkelon, Israel, sobre o Shabaton. Um número expressivo de 75 jovens israelenses viajaram neste ano a Nova York. (CTeen Photo)

Victoria Lamport, de 17 anos, de Tampa, Flórida, vê as partes recreativas do Shabaton como intrinsecamente ligadas a seus aspectos mais religiosos. "É divertido ver todos os seus amigos, reconectar-se e conhecer novas pessoas", diz ela, "mas o lado espiritual é também o fato de que você está entre tantas pessoas que estão tão motivadas quanto você... Pessoas que querem ajudar, pessoas que querem fazer parte de sua jornada, pessoas fazendo certas mitsvot pela primeira vez e vendo como elas as afetam".

Ela viu essa energia transformadora funcionando em sua própria família. "O que é realmente incrível", diz a estudante do último ano do ensino médio, "é que, quando comecei a aprender mais, minha família também se envolveu mais. Meu pai começou a ter aulas quinzenais com o rabino. Foi incrível ver o impacto que Chabad teve em nossas vidas.

"Ela espera passar o verão se concentrando em estudos judaicos antes de iniciar um currículo pré-medicina na faculdade. "Quando estou aprendendo, é quando realmente sinto; eu quase sinto minha neshamá ['alma']. Eu realmente não sei como explicar isso. Eu simplesmente sinto — como eu tenho um propósito neste mundo.

Koby relata como a exposição à forte camaradagem que a Victoria descreve tem sido uma "mudança de vida". No verão passado, o jovem da Califórnia foi para o “CTeen Xtreme”, acampamento de férias de verão no Oeste, ficando em seguida para um programa na yeshivá. "Eu gostei tanto que decidi não querer ir para casa. Então, convenci meus pais a deixarem-me ficar." Agora, Koby vive e aprende o tempo inteiro na Yeshiva Ohr Elchonon Chabad em Los Angeles.

Koby Lerner of California will join the Shabbaton for a second time. The 16-year-old was also part of “CTeen Xtreme” summer travel camp last year, shown here having a blast. (Photo: Bentzi Sasson) 

Koby Lerner, da Califórnia Irá juntar-se ao Shabaton pela segunda vez. O jovem de 16 anos também fez parte do "CTeen Xtreme", acampamento de férias de verão no ano passado, mostrado aqui tendo uma explosão. (Foto: Bentzi Sasson)

Transformando Jovens em Líderes

Para muitos, a inspiração permanece longamente depois do shabaton.

"Minha filha, Sydney, sempre teve um medo mortal de se levantar para falar, até mesmo para a nossa própria família", diz Craig Winawer, de Dix Hills, N.Y. "Recentemente, eu a assisti fazer um discurso de 10 minutos na frente de nossa toda sinagoga sobre CTeen e o Shabaton. E ela mal chega a dizer três palavras em nosso seder de Pessach!

"Desde que Sydney se envolveu há quatro anos, seu pai viu sua tímida filha se transformar em uma verdadeira líder. Hoje, ela é membro do CTeen International Board.

Um pouco de ansiedade, no entanto, não é exclusivo dos adolescentes. Brochie Levin, do Chabad Lubavitch, de Alberta, em Calgary, Canadá, reconhece que "como uma nova shluchá para CTeen, eu estava nervosa em trazer um grupo para o Shabaton. Mas foi incrível a quantidade de conselhos, preparação e trabalho de ajuda que nos foi dirigida. Nossos adolescentes estão muito excitados —- e nós também."

Para saber mais sobre o CTeen International e o Shabaton, clique aqui.

The Havdalah ceremony and celebration in Times Square 2014 (Photo: Bentzi Sasson) 

A cerimônia de Havdalá e celebração em Times Square 2014 (Foto: Bentzi Sasson)

Times Square 2015 (Photo: Bentzi Sasson) 

Times Square 2016 (Photo: Bentzi Sasson)

Traduzido por:  Helio Rochlin 

Kinus

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Milhares de rabinos e seus convidados celebraram um marco na conferência anual internacional de Chabad-Lubavitch (Kinus Hashluchim) banquete de gala no domingo à noite, onde o anúncio veio de uma presença permanente em Dakota do Sul, o último de todos os 50 estados na América a Obter um Chabad centro. Mais tarde, à noite, os homens saíram de suas mesas de jantar para dançar com alegria. (Foto: Yechezkel Itkin) 

Se houve um tema natural para o banquete de gala deste ano que concluiu a Conferência Internacional de Emissários Chabad-Lubavitch (Kinus Hashluchim), de 4 dias, foi relacionado a um marco inspirador anunciado 75 anos após o Rebe — Rabi Menachem M. Schneerson, de abençoada memória — e sua esposa — a Rebetzin Chaya Mushka, de abençoada memória — chegarem às costas dos EUA, oriundos da Europa devastada pela guerra em 1941.

A grande notícia para as mais de 5.600 pessoas celebrando em completa união no armazém Pier 8 em Brooklyn, NY — e para os milhões de telespectadores em todo o mundo que se juntaram por webcast — foi o estabelecimento de um centro Chabad em Dakota do Sul, a ser dirigido pelo Rabino Mendel e Mussie Alperowitz, o que significa que todos os 50 estados na América, além de Porto Rico e as Ilhas Virgens dos EUA, terão uma presença permanente Chabad. O centro estará situado em Sioux Falls, a maior cidade do estado.

"Ele está partindo para o último estado sem um shaliach", observa o Rabino Michoel Goldman, que co-dirige Chabad Kauai em Princeville, Havaí, com sua esposa, Zisel. "Isso nos leva a um certo nível de conclusão nos Estados Unidos."

O número 50 na Torá é muito poderoso, acrescenta, explicando que é um número em que ele se concentra em seu trabalho, já que o Havaí era o 50º estado da nação. "Depois de 49, há alguns exemplos na Torá, onde o número 50 é como a cereja no topo do bolo. Quarenta e nove dias para o Omer; No dia 50, recebemos a Torá, a doação divina do maior presente. Quarenta e nove anos de contagem e o 50º é o ano do jubileu.

Rabinos vindos de 90 países e seus convidados aplaudiram a abertura desse novo centro, que foi anunciado pelo rabino Moshe Kotlarsky, vice-presidente de Merkos L'Inyonei Chinuch, o braço educacional do movimento Chabad-Lubavitch, e diretor do Kinus. Seguiu-se uma introdução pelo rabino Yehuda Krinsky, presidente de Merkos L'Inyonei Chinuch.

"O Rebe quis fazer verdadeiro o dito: "Nenhum judeu deve ser deixado para trás." Para esse propósito, ele tinha que chegar a cada e a todos judeus, não importa onde eles estejam no mundo", disse Krinsky. "Ele foi capaz e conseguiu inspirar jovens homens e mulheres a assumirem essa tarefa para si mesmos — uma tarefa que é 24/7, nunca cessa. Quando você come, quando você dorme, você é um shaliach. Você sonha shlichus, você discute shlichus, você vive com isso, e essa é a sua vida."

O primeiro Kinus ocorreu em 1983 (33 anos atrás) em uma sala de conferências na sede mundial de Lubavitch, no 770 Eastern Parkway, no bairro de Crown Heights, no Brooklyn, quando participaram 55 shluchim. Esse número foi multiplicado 100 vezes neste ano.

Rabbi Yehuda Krinsky, chairman of Merkos L’Inyonei Chinuch, the educational arm of the Chabad-Lubavitch movement, spoke early in the program. (Benams Photo)

Rabino Yehuda Krinsky, diretor do Merkos L’Inyonei Chinuch, o braço educacional do movimento Chabad-Lubavitch, falou no início do programa. (Fotografia de Benams)

Rabbi Moshe Kotlarsky, vice chairman of Merkos L’Inyonei Chinuch and director of the Kinus, announced the new emissaries to South Dakota: Rabbi Mendel and Mussie Alperowitz. (Benams Photo) 

'Uma lufada de ar fresco'

Um dos recém-chegados foi o rabino Ari Rubin, de Cairns, Austrália, onde a comunidade judia mais próxima fica a três horas de voo de distância. Rubin se mudou para lá de Melbourne no início deste ano com sua esposa, Mushkie, e sua filha, Devorah Leah. Ele disse que estava entusiasmado ao encontrar força, espiritualidade, comunidade e camaradagem durante todos os aspectos da conferência. Ele até mesmo anunciou seu status de recém-chegado com exuberância, como parte de um vídeo retratando emissários em todo o mundo, mostrando a quantas conferências anuais eles haviam comparecido.

"Chegar aqui é realmente uma grande lufada de ar fresco para mim, e fiquei ansioso por isso durante meses", disse Rubin sobre o fim de semana prolongado, que incluiu palestrantes, oficinas e uma visita ao Ohel em Queens, NY. — o lugar de repouso do Rebe. "Participei de muitas oficinas aqui, e mal posso esperar para usar as dicas e conselhos, dos muitos que obtive aqui."

Rabbi Moshe Kotlarsky, vice chairman of Merkos L’Inyonei Chinuch and director of the Kinus, announced the new emissaries to South Dakota: Rabbi Mendel and Mussie Alperowitz. (Benams Photo)

O rabino Moshe Kotlarsky, vice-presidente de Merkos L'Inyonei Chinuch e diretor dos Kinus, anunciou os novos emissários em Dakota do Sul: Rabi Mendel e Mussie Alperowitz. (Fotografia de Benams)

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Vindo de uma pequena comunidade de cerca de 500 judeus (com outros 500 na vizinhança), ele dirige o Chabad de RARA, no norte de Queensland, onde eles mal conseguiram um minyan (um quorum de oração de 10 homens judeus juntos) em Simchat Torah. No Kinus, ele disse: "Milhares de rabinos que talvez também tenham tido um minyan minúsculo se reúnem para dançar juntos — a maior dança que poderíamos imaginar."

Goldman, do Havaí, compareceu ao Kinus no ano passado após um intervalo de três anos e disse que estava feliz em voltar novamente. Ele chegou a Nova York na manhã de quinta-feira e volta para o estado de Aloha na segunda-feira. Goldman disse que os videoclipes do Rebe — que eram exibidos em uma série de telas ao redor da sala de banquetes no intervalo entre oradores — eram poderosos, assim como a dança no final do evento, quando os homens abandonaram suas mesas e circularam a sala cantando.

"A união, a fraternidade e a unicidade da família de shluchim e Chassidim no próprio final... está além de quaisquer limites", descreveu. "Para mim, o Kinus é sobre voltar recarregado, e ter uma tremenda elevação de espírito e otimismo. Eu também peguei algumas ferramentas e dicas nas sessões, mas acima de tudo, é sobre nos reconectarmos e nos realinharmos com nossa missão, e depois voltarmos muito mais ligados.

Ele observou que usou a ferramenta de mensagens WhatsApp para enviar links para sua comunidade para assistir aos vídeos da Conferência ao vivo: "Alguns estavam assistindo no Havaí e até me enviando mensagens de texto enquanto eu estava no banquete".

Of his new mission in the Rushmore State, Rabbi Alperowitz said: “Like the faces of some of our country’s greatest leaders etched into that faceless mountain, we hope to carve the image of our forefathers in the blank earth.” (Benams Photo)

De sua nova missão no Estado de Rushmore, Rabino Alperowitz disse: "Como os rostos de alguns dos maiores líderes do nosso país gravados naquela montanha sem rosto, esperamos esculpir a imagem de nossos antepassados na terra em branco." (Foto Benams)

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'Uma Casa Divina'

Tehillim foram recitados pelo rabino Avrohom Korf, shaliach líder do estado da Flórida, que foi enviado ao "Estado Sunshine" pelo Rebe em 1960, numa época em que os judeus estavam restritos a viver em certas cidades e em prédios de apartamentos. Sua presença solitária há 56 anos floresceu hoje em 219 emissários de Chabad e 200 centros de Chabad em todo o estado.

O discurso principal foi proferido por Malcolm Hoenlein, vice-presidente executivo da Conferência de Presidentes das Principais Organizações Judaicas Americanas, que brindou o público com um discurso animador, enfatizando seus laços de longa data com Chabad e seu apreço pela sua missão.

"Eu sempre senti que você poderia iluminar todo o Brooklyn... e talvez até mesmo a cidade de Nova York, com a energia elétrica gerada aqui a cada ano", disse ele, no que, observou, iria ser um discurso "livre de política". "Não é impossível porque Chabad tem iluminado o mundo por muitos anos."

Concentrando-se no crescimento positivo e pró-ativo que é a marca registrada de Chabad-Lubavitch, unindo os judeus em todo o mundo, Hoenlein deliciou a plateia quando brincou: "Estou convencido de que nas escolas de Chabad eles ensinam apenas adição e multiplicação — não divisão nem subtração."

Malcolm Hoenlein, executive vice chairman of the Conference of Presidents of Major American Jewish Organizations, gave an address focusing on the positive, proactive growth that is the hallmark of Chabad. (Benams Photo)

Malcolm Hoenlein, vice-presidente executivo da Conferência dos Presidentes das Principais Organizações Judaicas Americanas, deu um discurso focado no crescimento positivo e pró-ativo que é a marca registrada de Chabad. (Fotografia de Benams)

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O Tema da Conexão e da Fé

O tema do Kinus deste ano — de conexão e fé — foi discutido pelo Rabino Dovid Yitzchok Hazdan, reitor da Torah Academy e rabino da Sinagoga Great Park em Johannesburg, África do Sul. Ele ofereceu uma breve história das mudanças pelas quais passaram a comunidade judaica na África do Sul, da perdas e estagnação. Mas esse processo também foi acompanhado simultaneamente por um despertar espiritual e o estabelecimento de centros Chabad nas cidades do país.

"Chabad mudou o rosto da vida judaica na África do Sul", disse ele, observando o pulso atual da nação, incluindo a construção por sua própria comunidade de um novo mikvê que atende a 100 famílias.

Dirigindo-se aos shluchim, ele disse: "Precisamos preservar e desenvolver nosso compromisso com a torre que ancora as pontes que estamos construindo. E é por meio de agarrar-nos nos ensinamentos de nosso Rebe, nas diretrizes do Rebe, que temos a capacidade de influenciar e afetar mudanças positivas, e de fazer deste mundo uma morada de D'us."

"Somente se estivermos conectados a algo mais elevado é que não escorregamos aqui embaixo", acrescentou, aludindo à história de Reb Meir de Premishlan. Ele então prosseguiu, elogiando o trabalho incansável das esposas, mães, filhas e avós, sem o qual os homens não conseguiriam ter sucesso.

Rabbi Dovid Yitzchok Hazdan, dean of the Torah Academy and rabbi of the Great Park Synagogue in Johannesburg, South Africa, echoed the theme of the Kinus and the story of Reb Meir of Premishlan: “It is only if we are connected to something higher that we do not slip here below.” (Benams Photo)

Rabino Dovid Yitzchok Hazdan, reitor da Torah Academy e rabino da Sinagoga Great Park em Johannesburg, África do Sul, ecoou o tema do Kinus e a história de Reb Meir de Premishlan: "Somente se estivermos conectados a algo mais elevado é que não escorregamos aqui embaixo."(Foto de Benams)

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O rabino Herschel Finman, da Fundação Lubavitch de Michigan, observou que, embora a conferência tenha crescido exponencialmente ao longo das décadas, tem sido consistentemente capaz de fornecer-lhe informações frescas e valiosas para abordar as necessidades em mudança daqueles a quem ele serve.

Atualmente, ele trabalha com adultos jovens e solteiros principalmente nas áreas de rápido crescimento fora de Detroit. "Eu faço um monte de orientação, e eu faço também muito o ato de ouvir", disse ele. "E boas ideias estão vindo de pessoas mais jovens que têm muita energia e muito entusiasmo."

E, ele adicionou, as ideias vêm do Kinus também. Ele disse que rabinos de todas as idades têm muito a aprender uns com os outros durante o curso do programa de quatro dias.

Rabino Lev Cotlar, do Chabad Center de Raleigh, N.C., passou o Kinus aprimorando habilidades e recarregando suas baterias espirituais. "É realmente uma atmosfera muito especial, com grupos de pessoas de todas as esferas da vida e nacionalidades com um único propósito", disse ele.

Sua esposa, Dassy, está em casa com seus três filhos — idades de 2, 4 e 6 — enquanto ele acumula dicas para trazer de volta para sua comunidade, que inclui visitas a prisioneiros judeus em uma prisão federal. Ele disse que a Conferência o enche de admiração: "Ninguém poderia ter imaginado o alcance de onde estão os shluchim e como isso impactou o mundo".

The Kinus highlighted the fact that the Chabad emissaries arriving in the last U.S. state correlates to 75 years after the Rebbe—Rabbi Menachem M. Schneerson, of righteous memory—and the Rebbetzin Chaya Mushka, of righteous memory, arrived on U.S. shores from war-torn Europe in 1941. (Benams Photo)

O Kinus destacou o fato de que os emissários de Chabad chegaram ao último estado dos EUA exatamente 75 anos depois que o Rebe — Rabi Menachem M. Schneerson, de abençoada memória — e a Rebetzin Chaya Mushka, de abençoada memória, desembarcaram nos EUA oriundos de uma Europa devastada pela guerra em 1941. (Foto de Benams)

'Um Mundo de Bondade e Gentileza

Esse impacto não é sentido apenas nos Estados Unidos, apesar de que este foi o foco do banquete deste ano. Kotlarsky também observou a presença do Embaixador Danny Danon, Representante Permanente de Israel junto às Nações Unidas, e Dani Dayan, o cônsul geral israelense de Nova York, desejando segurança ao povo israelense.

Ele também falou da Rússia e do grande progresso que foi feito nos 25 anos desde a dissolução da União Soviética em 26 de dezembro de 1991. "Você tem que ver o contraste para acreditar nisso. Quando estávamos lá há 25 anos, havia quatro shluchim na antiga União Soviética, que era então a União Soviética. Hoje, há 362 shluchim na antiga União Soviética. Onde havia quatro Beit Chabad, hoje existem 287. Onde havia seis escolas, hoje há 132. Onde havia 140 estudantes, hoje há 14.720 estudantes que aprendem na Rússia, na Ucrânia, no Azerbaijão e no Uzbekistão, e em toda a extensão e largura da União Soviética.

"E não é só na União Soviética. Você viu o crescimento de quantos shluchim havia na Europa então. Naquele período do tempo, havia cerca de 120. Hoje, existem mais de 790 shluchim na Europa. "

Como Kotlarsky resumiu: "Eles saem no mundo por uma razão — para cumprir a missão que o Rebe nos confiou, para fazer deste mundo um mundo de bondade e gentileza. Para melhorar este mundo, para trazer Torá e mitsvot para todos e cada judeu."

The room broke into resounding applause at the news. (Benams Photo)

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O salão 'explodiu' em aplausos retumbantes na notícia. (Fotografia de Benams)

Screens throughout the room displayed the evening proceedings, which included several video presentations. (Photo: Yechezkel Itkin)

Telões por todo o salão mostravam os oradores da noite, bem como várias apresentações de vídeos. (Foto: Yechezkel Itkin)

The conference represents a coming together of rabbis the world over, as they discuss their work, share advice, and return home energized and inspired. (Benams Photo)

A conferência representa um encontro de rabinos de todo o mundo, que discutem seu trabalho, compartilham conselhos e voltam para casa energizados e inspirados. (Fotografia de Benams)

The faces of Chabad emissaries and Jewish community members across the globe. (Benams Photo)

Os rostos dos emissários de Chabad e membros da comunidade judaica em todo o mundo. (Fotografia de Benams)

Taking time to reflect and connect over the course of the four-day conference in New York. (Benams Photo)

Tomando tempo para refletir e se conectar ao longo da conferência de quatro dias em Nova York. (Fotografia de Benams)

Um erro que resolveu um dilema

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Um rabino de New Jersey foi parar equivocadamente no Cemitério Velho de Montefiore, no Queens, sem saber que ele iria levar uma pessoa às lágrimas como resultado.

O Rav Ron Yitzchok Eisenman, rabino da Congregação Ahavas Israel em Passaic, Nova Jersey, é o autor de dois livros, "The Elephant in the Room", (O Elefante na Sala) e "For Everything a Time", (Para Tudo Há um Tempo). Ele publicou o seguinte artigo na Revista Mishpacha, sob o título "Correspondendo às Expectativas":

"Você poderia oficiar o funeral de uma mulher que faleceu em Maryland e o enterro será em Nova York?", perguntou o interlocutor na linha.

A mulher não era observante, mas seus dois filhos queriam um rabino presente.

Seria às 11h na sexta-feira, no Cemitério Velho de Montefiore, no Queens.

Eu pensei sobre o tráfego em Nova York na véspera do final de semana de 4 de julho. No entanto, um judeu precisa ser enterrado...

Na sexta-feira de manhã, eu me dirigi para lá.

Quando cheguei, fui direto para o mais famoso túmulo no cemitério, o do Rebe de Lubavitch ztz"l.

Eu rezei e voltei para o complexo que serve como combinação de Centro de Recepção, Beit Midrash (Casa de Estudos) e biblioteca. Lá, ouvi um homem dizer a sua esposa em hebraico, "Você acha que aqui há alguém de Bat Yam?"

Meus ouvidos logo sintonizaram, pois meu pai, que nasceu em Jerusalém, cresceu em Bat Yam.

Eu sorri e disse: "Eu sou de Bat Yam!"

Nós conversamos por alguns minutos e depois fui ao encontro do cortejo fúnebre.

Cheguei no túmulo, mas não havia nenhuma mãe falecida, nem tampouco seus dois filhos. Depois de uma enxurrada de chamadas, o mistério foi esclarecido.

Os filhos, como também a falecida, não tinham ido ao Cemitério Velho de Montefiore; em vez disso, eles tinham ido erroneamente para o Cemitério Novo de Montefiore, cerca de 40Km a leste e a 1h de viagem.

Eu decidi voltar para o Ohel do Rebe, combinando com meu contato para me ligar em 15 minutos.

De volta ao Ohel, topei com o Sr. 'Bat Yam'.

"Olá, Rabino! O Sr. de volta? O que aconteceu?"

"Eu vim para me despedir."

O homem tornou-se sério e disse: "Conte-me uma história sobre o Rebe."

"Eu não sou um chassid," disse, "e, realmente, não tenho histórias. Mas há aqui muitas pessoas que podem te relatar grandes histórias sobre ele."

"Eu quero que você me conte uma história."

Eu percebi que tinha de esperar de qualquer forma os 15 minutos, então decidi contar-lhe uma história da ligação da minha família com o Rebe.

"Cerca de 40 anos atrás," eu comecei, "meu pai ztz"l não tinha certeza se ele deveria se submeter a uma cirurgia cardíaca. Meus pais consultaram o Rebe, que disse: 'Eu quero que você ouça o conselho de um médico que seja um amigo.'

E com essas palavras enigmáticas, o Rebe parou de falar.

"Na semana seguinte, o médico do meu pai falou com ele de uma maneira que nunca tinha falado em todos os anos que eles se conheciam. "Moshe", disse o médico, "eu estou falando com você hoje como um amigo. Por favor, faça a cirurgia, ela pode salvar sua vida."

"Basta dizer que meu pai submeteu-se à cirurgia e viveu mais 20 anos."

E com isso o Sr. 'Bat Yam' começou a chorar.

"Por que você está chorando?!"

"Rabi, eu vim aqui para a América para procurar uma segunda opinião para uma condição médica. Não sou religioso, mas minha esposa insistiu que eu falasse com o rabino Chabad em Bat Yam antes de eu partir. Ele disse que deveríamos ir para o Ohel do Rebe . Ele disse: "Quando você chegar ao Ohel, pergunte a uma pessoa não-Chabad sobre uma história com o Rebe. Nessa história você vai ter a resposta à sua pergunta sobre o seu tratamento médico."

"Esta manhã," o homem continuou, "eu tive a minha consulta com o médico. Quando o exame terminou, ele disse: "Eu sei que você é de Israel e nunca nos encontramos antes, mas sinto-me estranhamente relacionado com você. Escute-me - e saiba que eu estou dizendo isso como um amigo - é isto o que você deve fazer!"

Olhamos um para o outro.

Eu já não me perguntei mais por que Hashem me trouxe ao Cemitério Velho de Montefiore naquela manhã.

É esperado cerca de 40.000 visitantes judeus para Jogos Olímpicos

Rabinos no Rio Aceleram para Receber 40.000 visitantes judeus para Jogos Olímpicos

Comida casher, serviços de sinagoga, aulas e mitsvot para atletas e turistas

Por Dovid Margolin   |   April 12, 2016

Rio de Janeiro—the site of the 2016 Summer Olympics—has long been one of the most visited places in South America, known for its crescent-shaped beaches and dramatic Sugarloaf Mountain. (Photo: Wikimedia Commons)

Rio de Janeiro—local do Jogos Olímpicos de Verão 2016—foi durante muito tempo um dos lugares mais visitados da América do Sul, conhecido por suas praias em forma de meia lua e o impactante Pão de Açúcar. (Foto: Wikimedia Commons)

Nos seis anos desde que o Rio de Janeiro foi escolhido para sediar a Olimpíada de 2016, bilhões de dólares foram despejados na renovação e construção do sistema de transporte da cidade, recintos desportivos, hotéis e infra-estrutura urbana. Com os Jogos Olímpicos a apenas alguns meses de seu início — os jogos se realizarão a partir de 5 agosto até 21 agosto — seguidos pelos Jogos Paraolímpicos —, o Rio está freneticamente se preparando para receber 10.500 atletas de todo o mundo, bem como os 1,3 milhão de turistas que, prevê-se, o evento esportivo atrairá.

Durante meses, o Chabad-Lubavitch do Rio de Janeiro também vem se preparando para o fluxo de visitantes judeus. Pelo menos 250 atletas são judeus, e cerca de 40.000 membros da 'tribo' espera-se que pousem na cidade à beira-mar ao longo das três semanas em que os jogos serão realizados, um quarto deles israelenses.

"Estamos trabalhando horas extras para nos certificar de que todo judeu que venha aqui terá suas necessidades religiosas satisfeitas", diz o rabino Yehoshua Binyamin Goldman, diretor regional do Chabad do Rio de Janeiro. "Eu estive em contato próximo com os meus colegas em Sochi, Rússia [sede dos Jogos Olímpicos de Inverno de 2014] e Londres [Jogos Olímpicos de Verão de 2012], que fizeram um grande trabalho para prover alimentação aos hóspedes judeus nos anos anteriores. Eles têm sido muito úteis para nós no planejamento de nossas atividades".

Os planos de Chabad incluem quatro stands casher, uma sinagoga temporária e um centro comunitário judaico perto da Vila Olímpica, onde os atletas, jornalistas e turistas judeus podem parar para comer, orar e relaxar.

"Em antecipação ao aumento da necessidade, despacharemos estudantes rabínicos, fluentes em vários idiomas, para ajudar os shluchim locais e comunidade", diz o rabino Moshe Kotlarsky, vice-presidente da Merkos L'Inyonei Chinuch, o braço educacional do movimento Chabad-Lubavitch. "Esta é a missão da qual o Rebe [rabino Menachem M. Schneerson, de abençoada memória] nos incumbiu —, cuidar de todos os judeus, onde quer que estejam."

Goldman, que dirige o Beit Lubavitch central do Rio de Janeiro no sofisticado bairro do Leblon, também observa que Chabad estará fornecendo refeições casher para os membros da equipe olímpica e atletas judeus.

Rabbi Yehoshua Binyamin Goldman, regional director of Chabad of Rio de Janeiro, left, meets with Ron Bolotin, Israeli sports manager of the Paralympic Games, also to take place this summer in Rio.

Rabino Yehoshua Binyamin Goldman, diretor regional do Chabad do Rio de Janeiro, à esquerda, encontra-se com Ron Bolotin, gerente de esportes israelenses dos Jogos Paraolímpicos, que também ocorrerão neste Verão (do hemisfério norte) no Rio.

E, em uma inovadora iniciativa distanciando-se do passado, pela primeira vez, o memorial realizado para os 11 atletas israelenses assassinados por terroristas palestinos nos Jogos de Munique em 1972 aparecerá na programação oficial dos Jogos Olímpicos. Este evento especial será presidido pelo prefeito do Rio Eduardo Paes.

"Isto é muito importante para os judeus brasileiros", diz Osias Wurman, um líder da comunidade judaica do Rio e cônsul honorário de Israel na cidade. "É o primeiro reconhecimento. O governo de Israel e as viúvas dos atletas vinham pedindo por isso há muitos anos, e nunca aconteceu. Agora, 44 anos depois, se D'us quiser, vamos tê-lo no Rio."

'Um Vibrante Lugar Judaico'

O Rio de Janeiro tem sido um dos lugares mais visitados da América do Sul, conhecido por suas praias em forma de meia lua e o impactante Pão de Açúcar, juntamente com samba, futebol e uma cena musical urbana. É essa combinação de cidade vibrante e de impressionante beleza natural que atrai os viajantes para lá em massa.

Hoje, 13 emissários Chabad-Lubavitch trabalham no Rio, e sob a coordenação de Goldman, quatro centros Chabad foram inaugurados na cidade (quatro púlpitos de sinagoga também são ocupados por rabinos Chabad, que organizam atividades Chabad fora dessas sinagogas). Embora focado principalmente nos 30.000 membros da forte comunidade judaica do Rio, Chabad acolheu turistas judeus internacionais durante anos. O bairro turístico emblemático de Copacabana ganhou um centro permanente Chabad em 2006, liderado pelo rabino Ilan e Deby Stiefelmann.

The public menorah in Copacabana Beach in December 2011 (Photo: José Roitberg)

A menorá pública na Praia de Copacabana em dezembro de 2011 (Foto: José Roitberg)

Há alguns anos, o Chabad de Copacabana abriu o Bistrô casher Shelanu na Rua Barata Ribeiro. Assim como o bairro está recebendo novos hotéis construídos para os Jogos Olímpicos, a equipe do Shelanu também está se preparando para as multidões olímpicas.

Ambos rabinos Stiefelmann e Goldman também estão se preparando para sediar programas especiais de Shabat voltados para os visitantes.

"Na sinagoga Chabad, estamos preparando também um grande programa de Shabat para a delegação judaica Paraolímpica", explica Herry Rosenberg, vice-presidente da Federação Israelita do Rio de Janeiro e membro ativo da comunidade Chabad do Leblon. "Há muito trabalho que a comunidade judaica do Rio está fazendo para acolher os judeus de todo o mundo."

Diz Goldman: "É muito importante para nós que quando judeus venham ao Rio, eles saibam que têm um local judaico caloroso e vibrante que eles podem chamar de lar."

Envolver os jovens

A comunidade judaica do Rio foi estabelecida em sua maior parte nos anos após a Primeira Guerra Mundial. Similarmente à imigração judaica em outros países, muitos chegaram da Europa sem um tostão, em busca de um futuro melhor para si e suas famílias. Os pais de Wurman imigraram para o Rio da Polônia em meados da década de 1930, fixando-se em Madureira, então, um bairro pobre densamente povoado por imigrantes judeus e onde Wurman nasceu.

Purim celebration with Chabad in Rio

Celebração de Purim com Chabad no Rio

 

"Meu pai começou a trabalhar com seu pai quando ele tinha 12 anos e se casou aos 20 anos," explica Wurman, também jornalista e economista. "À noite, minha mãe e avó costuravam cintos e gravatas, e durante o dia, meu pai e meu avô iam de porta em porta vendendo-os a outros brasileiros pobres a crédito. Imigrantes judeus introduziram o conceito de crédito, de pagamento em parcelas, no Brasil. Eu nasci neste lugar pobre, mas eles trabalharam muito duro, e, finalmente, eles abriram uma loja de roupas. Algumas décadas mais tarde, tornaram-se os maiores negociantes de madeira e fórmica no Brasil".

À medida que a comunidade cresceu, estabeleceu uma série de grandes instituições judaicas, sinagogas e escolas. No entanto, quando o Rabino Goldman e sua esposa, Chana, chegaram à cidade em 1987, havia um sentimento de que muitos jovens da comunidade estavam abandonando o Judaísmo, desinteressados no que eles viam como os sóbrios cerimoniais de seus pais.

"O principal impacto na comunidade foi que os emissários Chabad saíram da sinagoga para atender as famílias, para atender crianças em idade escolar e para atender os jovens", explica Alberto Moszkowicz, um líder da comunidade que recentemente deixou o cargo de presidente do Keren Hayesod no Rio, depois de quatro anos no cargo. "Eu acho que essa é a razão fundamental para o sucesso do Chabad em todos os lugares no Rio."

Moszkowicz diz que, embora muitas crianças judias e adultos jovens frequentem escolas judaicas, onde podem aprender sobre e abraçar a sua herança, quando se trata do nível universitário, eles começam a se afastar, à medida que os arredores judaicos nos quais haviam crescido, desvanecem-se no passado.

The leading avenue of Rio de Janeiro between 1909 and 1920. The city’s Jewish community was established for the most part in the years following World War I. (Library of Congress Photo: Wikimedia Commons)

A principal avenida do Rio de Janeiro entre 1909 e 1920. A comunidade judaica da cidade foi estabelecida em sua maior parte nos anos seguintes à Primeira Guerra Mundial (Biblioteca do Congresso Foto: Wikimedia Commons)

"Nenhuma de nossas instituições estava atraindo esses jovens", diz Moszkowicz. "Então Chabad começou a trabalhar nos campus, fazendo programas diferentes que atraíam estudantes. Quando os jovens começaram a frequentar a sinagoga no Shabat, os pais ficaram chocados."

"Eu diria que você pode dividir a história judaica do Rio em duas partes", concorda Rosenberg", antes e depois de Chabad. Se você vier para a sinagoga, você vai ver que a idade média dos frequentadores caiu muito por causa de todos os jovens".

Quando os Goldman chegaram, encontraram algumas pedras fundamentais da vida judaica observante, como mikvê e cashrut, deixando a desejar. Trabalho duro e determinação fizeram esse quadro mudar, e, hoje, há quatro mikvês casher no Rio — três deles construídos ou drasticamente remodelados pelo Chabad.

A consciência casher e a observância na cidade também têm aumentado, desde restaurantes a fornecedores casher e salões para casamento, um resultado direto dos primeiros esforços pioneiros de Chabad. O Escola Beit Menachem, com 150 alunos, opera sob o guarda-chuva do Chabad, assim como também um programa do Lar da Esperança. que fornece refeições quentes para muitos judeus carentes do Rio de Janeiro. Isto tudo se soma aos papéis importantes na vida comunal da cidade que muitos outros clubes judeus, escolas, sinagogas e instituições desempenham.

"Nós temos 120.000 judeus ao total no Brasil", diz Wurman, "mas nós fazemos o barulho de 1,2 milhão."

The Sochi Jewish community, and Jewish leaders and visitors from throughout the former Soviet Union, gathered to welcome the Israeli delegation to the 2014 Winter Olympics.

A comunidade judaica de Sochi, líderes judeus e visitantes de toda a antiga União Soviética, reuniram-se para acolher a delegação israelense para os Jogos Olímpicos de Inverno de 2014.

Construindo Infra-estrutura Material e Espiritual

Quando o Rio pela primeira vez postulou a candidatura para sediar os Jogos Olímpicos, a economia do Brasil estava crescendo, e o Rio tinha se tornado uma cidade de crescimento explosivo — um dos mercados imobiliários de mais rápido crescimento nas Américas. Os últimos anos assistiram aquela maré reverter dramaticamente, levando a taxas crescentes de desemprego, diminuição dos salários e inflação galopante. Isso fez com que alguns questionassem se, a despeito do esforço, a cidade seria capaz de preparar-se para esse evento massivo.

Muitos temem que as taxas de desemprego saltarão ainda mais alto, quando todos os projetos de construção forem concluídos.

Preocupações com o futuro são agravadas por uma crise política em torno de alegações de corrupção contra a presidente do Brasil, Dilma Rousseff, e sua recente nomeação de seu antecessor, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, para um posição ministerial— uma iniciativa, os críticos dizem, voltada somente para proteger o aliado político do processo penal. Nos últimos meses milhares foram às ruas em protestos contra Rousseff, e os membros do Congresso do Brasil continuam avançando num processo de impeachment contra a presidente, causando a pior crise política no país desde 1992.

Rosenberg diz que, com tantos trabalhos relativos às Olimpíadas já completados — e com o foco internacional sobre o evento —, não acredita que a situação política terá qualquer efeito real sobre os jogos.

Moszkowicz concorda, optando por olhar para a situação sob um ângulo mais otimista, acreditando que os investimentos municipais em infraestrutura e transportes terão um impacto duradouro, reduzindo drasticamente o tempo de deslocamento e melhorando a qualidade de vida dos moradores.

At the Sochi ceremony, candleswere lit in memory of the 11 members of the Israeli Olympic team, as well as one German police officer, who were murdered during the 1972 Summer Olympics in Munich. For the very first time, the memorial to take place in Rio will appear on the Olympics’ official schedule.

Na cerimônia de Sochi, velas foram acesas em memória dos 11 membros da equipe olímpica israelense, assim como um policial alemão, que foram assassinados durante os Jogos Olímpicos de Verão de 1972 em Munique. Pela primeira vez, o memorial que terá lugar no Rio aparece na programação oficial dos Jogos Olímpicos."

"Muitos grandes investimentos foram feitos na cidade para cumprir esse projeto, e as pessoas estão muito impressionadas", afirma Moszkowicz. "Tudo está quase pronto."

Goldman vê o trabalho de Chabad no Rio ao longo dos anos em uma vertente similar, enfatizando a valiosa construção de uma infra-estrutura comunitária judaica que mudou a cidade para melhor. "Eu penso que muitos turistas judeus que vierem para cá vão ficar agradavelmente surpresos com o quão judaicamente vivo o Rio é", diz ele. "Nós estamos ansiosos para recebê-los."

Adiciona Wurman: "Lubavitch terá um papel muito importante em suportar a responsabilidade de cuidar de judeus que vêm aqui durante os Jogos Olímpicos, não só durante os Jogos Olímpicos, mas 24 horas por dia, sete dias por semana, 365 dias por ano. Esta ahavat Yisrael — 'amor pelo companheiro judeu' este era o DNA original do Rebe".

An aerial view of the upscale Leblon neighborhood, where the central Beit Lubavitch Rio De Janeiro is located. (Photo: Wikimedia Commons)

Uma vista aérea do sofisticado bairro Leblon, onde Beit Lubavitch central do Rio de Janeiro está localizado. (Foto: Wikimedia Commons)

Dois heróis na Luta contra o Terror, que não cuidaram da própria vida

 

Dois heróis na Luta contra o Terror, que não cuidaram da própria vida

Por Mendy Kaminker | 09/03/2016

This guitar was used to help thwart a Palestinian terrorist in Jaffa. (Photo: Tomer Neuberg/Flash90)
Este violão foi usado para ajudar a impedir um terrorista palestino em Jaffa. (Foto: Tomer Neuberg / Flash90)

 

Um jovem estava sentado em um banco na avenida perto do mar Mediterrâneo, em Jaffa, tocando seu violão. De repente, ele ouviu "gritos e sons de caos." Vendo o que só poderia ser um terrorista correndo na direção dele, ele pulou sobre o banco, ergueu seu violão e começou a bater no terrorista com ele até que os policiais chegaram e dispararam contra o terrorista, matando-o.

Mais cedo naquele mesmo dia, um segundo jovem estava no Petach Tikvah shuk— um movimentado mercado ao ar livre —, quando do nada sentiu alguém saltar sobre ele e sentiu uma dor aguda no pescoço. Em segundos ele percebeu que era vítima de um ataque terrorista de esfaqueamento. "Eu disse a mim mesmo que eu tinha que lutar com ele", disse ele mais tarde. Então, ele puxou a faca de sua própria garganta e esfaqueou o terrorista com ela, matando-o, em vez de ser morto.

Quem sabe quantas vidas foram salvas graças à coragem deles?

Há muito a aprender com eles e de inúmeros outros heróis, e não apenas em casos de ataques, D'us não o permita. Ali estavam dois homens que poderiam ter focado apenas em si mesmos, pensando sobre o que eles não têm ou não poderiam fazer para ajudar outros naquela situação. Em vez disso, eles escolheram agir, apesar das dificuldades. Ninguém teria feito qualquer juízo se decidissem deitar na calçada em dor e esperar por uma ambulância. E não teria havido nehum pingo de crítica se o outro tivesse dito: "Eu corri por minha vida; o que mais eu poderia fazer? Eu só tinha um violão — nenhuma arma ou qualquer coisa assim." Mas um ignorou o próprio ferimento, e o outro nem pensou no que ele tinha na mão.

O que ambos tinham era uma corajosa determinação de fazer algo. E ambos salvaram vidas.

Espero que nunca mais haja tais ataques, e que nunca mais haverá novamente a necessidade de ver tal heroísmo. Mas, mesmo se com ajuda de D'us, não existirem mais, ainda há uma lição na esfera espiritual que podemos aprender com esses bravos homens. Todos nós precisamos ajudar uns aos outros física e espiritualmente, tanto em geral, quanto mais, especialmente, durante uma crise.

Mas é muito fácil se evadir dessas responsabilidades, dizendo: "Como posso influenciar alguém, se eu não sou perfeito eu mesmo? Como posso ajudar os outros se eu estou 'ferido' espiritualmente? Como posso inspirar os outros se eu não tiver as armas — não sou um estudioso, ou não sou articulado, ou não tenho dom de professor, ou não sou talentoso de alguma forma especial?

Estes dois jovens nos mostraram que não importa o que se tem ou não se tem à mão, a coisa mais importante é a vontade e prontidão para agir.

Com essa disposição, vamos experimentar as bênçãos e ajuda de D'us onde quer que estejamos.

 

Debate sobre a Kipá na França visto como uma bênção disfarçada

Debate sobre a Kipá na França visto como uma bênção disfarçada

A debate over wearing distinctively Jewish head-coverings for fear of anti-Semitic attacks has arisen in France one year after an outpouring of Jewish activity (shown above) in response to terrorist attacks in Paris.

Um debate sobre usar ou não a kipá, por medo de ataques antissemitas, se desenrola na França, um ano após uma onda de atividade judaica (mostrado acima) em resposta aos ataques terroristas em Paris.

Quando um líder da comunidade no sul da cidade francesa de Marselha recentemente sugeriu que homens e meninos judeus deveriam parar de usar seus kipot (plural de kipá) em público por medo de ataques judeofóbicos, ele, sem intenção, lançou um diálogo saudável sobre o quão importante é para os judeus serem capazes de praticar sua fé abertamente, dizem os líderes de Chabad-Lubavitch na França.

O Rabino Chaim Shneur Nisenbaum do Grupo Escolar Beth Haya Moushka em Paris e um porta-voz do Chabad na França externou que, talvez, o líder da comunidade "falara sob o impacto do evento, e não havia pensado muito sobre isso." Para os judeus, abrir mãos de seus kipot, disse ele, "seria como entregar uma vitória fácil para os terroristas".

Zvi Ammar, presidente da Consistoire Israélite de Marseille, fez sua declaração pouco depois que um adolescente empunhando um facão atacou um homem judeu segunda-feira, 11/jan, quase um ano depois do atentado terrorista com reféns no supermercado Hiper Cacher em Paris, em que quatro homens judeus foram assassinados.

Mas o "erro" de Amar, como Nisenbaum disse, resultou em algumas consequências favoráveis. "Nos jornais franceses, incluindo os de esquerda, você pôde ler muitos artigos sobre o kipá e a questão de ser judeu na França", disse ele. "A coisa mais surpreendente foi que esses artigos foram positivos, o que é incomum nessas publicações na França."

A polêmica começou depois de um ataque a Benjamin Amsellem (35), um professor em uma escola judaica em Marselha. Amsellem, que usava uma kipá na ocasião, não ficou seriamente ferido no ataque de 11/jan. Ainda assim, foi o último de uma série de agressões e incidentes judeofóbicos tendo como alvo a comunidade judaica de Marselha, a segunda maior população judaica na França depois de Paris.

Sinais de Solidariedade

Em resposta ao ataque, o Rabino-chefe da França, Haim Korsia, pediu aos fãs do clube de futebol de Marselha — Olympique de Marseille —para usarem uma kipá na próxima partida em casa para se mostrarem solidários com a comunidade judaica, uma iniciativa que encontrou de modo geral uma resposta positiva. E, pelo menos, dois legisladores franceses — Claude Goasguen e Meyer Habib, este último, ele mesmo judeu —, usaram kipot no Parlamento francês como um sinal de solidariedade com a comunidade judaica após o ataque ao professor.

"É muito importante para os judeus continuar usando kipá —, e não somente porque é uma lei judaica", afirmou Nisenbaum. "O povo judeu permaneceu vivo, apesar de tudo, porque sabemos de onde viemos e o propósito de nossa existência.

"Mesmo nas épocas mais tristes, os judeus enfrentaram a opressão com orgulho e consciência. Resignar-nos e esconder-nos, removendo nossas kipot, é exatamente o oposto de tal atitude e não pode causar qualquer outra coisa do que piorar a situação."

 

Two French legislators—Claude Goasguen, left, and Meyer Habib—wore kipahs in the French Parliament as a show of support to the Jewish community following an attack last week on a Jewish teacher in Marseille.

Dois deputados franceses — Claude Goasguen , à esquerda, e Meyer Habib  — usavam kipot como uma demonstração de apoio à comunidade judaica na sequência de um ataque na semana passada a um professor judeu em Marselha. 

Rabbi Chaim Shneur Nisenbaum, a spokesman for Chabad in France, thought that perhaps the community leader “spoke under the shock of the event, and didn’t think much about it.” For Jews to give up their kipahs, he continued, “would be like handing an easy victory to the terrorists.”

O Rabino Chaim Shneur Nisenbaum do Grupo Escolar Beth Haya Moushka em Paris e um porta-voz Chabad na França externou que, talvez, o líder da comunidade "falara sob o impacto do evento, e não havia pensado muito sobre isso." Para os judeus, abrir mãos de seus kipot, disse ele, "seria como entregar uma vitória fácil para os terroristas". 

Onda de ataques - Mais duas vítimas

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Dois homens foram mortos e um terceiro ferido em um ataque terrorista de esfaqueamento do lado de fora da entrada do Portão de Jaffa, da Cidade Velha de Jerusalém.

JERUSALEM - Dois homens judeus que foram mortos em um ataque de esfaqueamento terrorista ontem, em frente à entrada do Portão de Jaffa da Cidade Velha, foram enterrados em Jerusalém. A terceira vítima do esfaqueamento permanece hospitalizada.

Rabino Reuven Birmacher, um professor de 45 anos de idade na yeshivá Aish Torá foi enterado na quarta-feira à noite. Os serviços funerários para Ofer Ben Ari foram realizados na quinta-feira.

Nascido na Argentina, Birmacher imigrou para Israel depois de se tornar mais religiosamente observante, estudando a Torá na Yeshivá do grupo chassidico Belz. Nos últimos anos, ele dedicou sua vida ao estudo e ensino da Torá.

"Ele era um rabino amado e muito admirado pela sucursal espanhola da nossa yeshivá", disse o rabino Steven Burg, Diretor Geral da Aish Torá. "O rabino deu aula de Torá durante a manhã e foi assassinado em seu caminho de volta para a Cidade Velha. Toda a yeshivá vai assistir ao funeral. Possa D'us nos fortalecer neste momento difícil e rezamos pela elevação da alma do Rabino, em nome de todos Israel. "

Birmacher, um residente de Kiryat Ye'arim, vivia com sua esposa e sete filhos.

Ben Ari faleceu depois de ser levado às pressas para Shaare Zedek Medical Center vítima de um tiro quando os dois terroristas foram mortos a tiros pela polícia. Ele deixa sua esposa e duas filhas.

"Ele era um herói, nós temos boas lembranças. Ele era um homem de ouro que nunca fez mal a ninguém, " disse a filha de 16 anos de idade de Ben Ari ao site de notícias Walla.

"Ele sempre foi muito solidário e ele não poderia nem mesmo matar um bicho", disse ela. "É difícil e nós não temos estômago para isso, que uma pessoa tão incrível morreu. É inconcebível.”

Os terroristas foram identificados pelas autoridades como prisioneiros e ex-segurança Issa Asaf, 21, e Anan Hamad, 20, ambos do campo de refugiados de Qalandia. Hamad foi preso em 2010 por ameaçar soldados israelenses em um posto, e Asaf foi preso no início deste ano por participar de manifestações violentas.

A terceira vítima do esfaqueamento permanece internada em estado grave, mas estável em Shaare Zedek.

Mais de 20 vítimas do terror foram mortas e dezenas feridas em uma onda de ataques desde outubro de 2015. Jerusalém tem sido um ponto focal da violência, com uma série de ataques que ocorrem dentro ou perto da Cidade Velha.

Casamento de Sarah Techiya Litman

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Milhares de pessoas de todo o mundo compareceram à festa de casamento de Sarah Techiya Litman, que perdeu seu pai e irmão em um ataque terrorista, e Ariel Biegel, que se casaram em Israel.

Por COLlive repórter

Fotos: Mendy Bortunk

Milhares de pessoas de todo o mundo participaram do casamento de Sarah Techiya Litman, que perdeu seu irmão e seu pai em um ataque terrorista árabe na semana passada.

A data originalmente prevista para o casamento, 17 de novembro, teve que ser adiada depois que o pai, Rabino Yaakov Litman, e o irmão de 18 anos de idade, Netanel, foram assassinados por terroristas, poucos dias antes do casamento, enquanto estavam a caminho de uma festa pré-casamento com o noivo.

Sarah Litman e seu marido, Ariel Biegel, decidiram convidar judeus de toda parte para se juntar a eles.

Milhares de convidados chegaram para celebrar a chupá, a maioria dos quais não conhecia o casal antes, vindos de tão longe como Austrália ou Estados Unidos, representando a família e amigos em casa. Centros Chabad patrocinaram ingressos para representantes poderem participar.

Para acomodar as multidões, o casamento foi transferido para o Centro de Convenções Internacional de Jerusalém.

Milhares de pessoas também sintonizaram em COLlive.com para assistir à transmissão ao vivo do casamento.

"Não deixemos nossos inimigos se alegrar. Caímos e nos reerguemos", escreveu o casal. "Com a ajuda de D'us, nosso casamento terá lugar na próxima quinta-feira, 26 de novembro, 14 de Kislev, no Binyanei Hauma, em Jerusalém. A nação judaica está convidada a se erguer da poeira e comemorar conosco."

Entre os convidados estavam o Rabino-Chefe ashkenazi David Lau, Rabino-Chefe de Jerusalém Shlomo Amar, Rabino Chaim Druckman e o ex-Rabino-Chefe de Chevron Dov Lior. A esposa do primeiro-ministro, Sarah Netanyahu, compareceu para lhes dar seu apoio. O cantor popular chassídico Avraham Fried fez uma aparição surpresa e cantou várias músicas alegres de casamento, o Jerusalem Post reportou.

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Estava escrito no convite:
..."Não te alegres inimiga minha, a meu respeito; quando eu cair, levantar-me-ei; quando me sentar nas trevas, D"us será a minha luz"...
Toda a nação judaica foi convidada, milhares de pessoas compareceram, e eles se reergueram, porque em vez de permanecer no luto, o povo judeu dança. Em vez de chorar, o povo judeu canta. Em vez de sentir medo, o povo judeu tem de coragem. 
Querem nos eliminar, mas não entendem que somos semente, e que renasceremos de onde quer que estejamos com a nossa força, a nossa alegria, a nossa fé. Sempre.

 

Mazal Tov Sara Litman e Ariel Biegel!
Que vocês formem uma família enorme e feliz, sob os nossos preceitos, e que a memória do seu pai e irmão, Rabi Yaakov Litman e Natanel Litman seja abençoada.

 

 

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Centenas Pranteiam Pai e Filho Assassinados a Caminho da Celebração de uma Festa de Família (Shabat Chatan)

Centenas Pranteiam Pai e Filho Assassinados a Caminho da Celebração de uma Festa de Família (Shabat Chatan)

O rabino era um mestre amado pelas crianças de uma escola Chabad em Kiryat Arba

Por Yaakov Ort | 15 novembro de 2015 12:47

Hundreds gathered at the the funeral of Rabbi Yaakov Litman, 40, and his son Netanel, 18, who were murdered by terrorists while driving to a family celebration. (Photo: Yonatan Sindel/Flash90)
Centenas se reuniram no funeral do rabino Yaakov Litman, 40, e seu filho Netanel, 18, que foram assassinados por terroristas quando se dirigiam a uma festa de família. (Foto: Yonatan Sindel / Flash90)

JERUSALEM—Família e amigos tiveram de suportar fisicamente uma inconsolável jovem noiva no funeral de seu pai e irmão, que foi assistido por centenas de pessoas em Jerusalém na noite de sábado. Eles foram mortos por terroristas, enquanto viajam sexta-feira para participar de uma festa antes do casamento com o noivo.

O rabino Yaakov Litman, 40, e seu filho Netanel, 18, foram baleados fora de Otniel na Judéia, perto de Hebron. Cinco membros da família que estavam com eles em seu carro sofreram ferimentos leves, incluindo a esposa de Litman; três filhas com idades de 5, 9 e 11; e um filho de 16 anos de idade. A família, residente em Kiryat Arba, estava se dirigindo a Meitar para celebrar o aufruf (aliyah à Torá no shabat anterior ao casamento) de Ariel Biegel, o noivo.

A filha de Litman, Sarah Techiya, que tinha ficado para trás em Kiryat Arba para seu próprio Shabat Kallah (celebração pré-casamento da noiva), gritou no funeral: "Eu queria você no meu casamento. Quem vai me levar para a chupá? Você foi um pai tão bom, por que você me deixou?"

No domingo, as autoridades anunciaram a prisão de um terrorista perto de Hebron, em uma operação de segurança conjunta entre as forças de segurança Shin Bet e da unidade de contra-terrorismo Israel Defense Forces Duvdevan, e apreenderam o que acreditam ser a arma do crime, bem como o veículo usado no ataque. Eles disseram que o terrorista se confessou implicado no ataque durante os interrogatórios. Uma busca continua por possíveis cúmplices.

Um professor de crianças pequenas

"Nós éramos muito próximos à família Litman", disse o rabino Yosef Nachshon, diretor do programa de Chabad de Kiryat Arba. "É uma pequena comunidade aqui, e todos se conhecem, mas Yaakov Litman deu aulas aos alunos da primeira e segunda séries em nosso Gan Chabad durante os últimos seis anos, então ele, especialmente, era um bom amigo. Ele era um homem que sempre tinha um sorriso no rosto e era muito caloroso por natureza. As crianças adoravam-no."

Malachi Levinger, o prefeito de Kiryat Arba, disse que "o rabino Yaakov era um dos professores dedicados de nossa cidade. Um professor que deu aos filhos de Kiryat Arba/Hebron Torá e conhecimento sobre vários assuntos e, acima de tudo, fez tudo calorosamente e com um sorriso constante que inspirava muita bondade onde quer que estivesse. Netanel era dos meninos preciosos de Hebron que se voluntariaram no MDA [serviço de ambulância Magen Dovid Adom] e tinha um grande futuro".

Ariel Biegel and Sarah Yechiya Litman at their recent engagement party
Ariel Biegel e Sarah Yechiya Litman em sua festa de noivado recente

Falando aos enlutados enquanto os dois estavam sendo enterrados em Jerusalém, o presidente de Israel, Reuven Rivlin, elogiou o trabalho do pai como professor e o trabalho do adolescente como voluntário para o serviço de emergência médica nacional. Rivlin disse que não há diferença entre ataques terroristas em Israel e no exterior, como os múltiplos ataques em Paris em que quase 130 foram massacrados na noite de sexta.

"Eu não faço distinção entre terrorismo e terrorismo. Nenhum terrorismo é justificável. Não há terrorismo que seja mais justificado ou menos justificado", disse Rivlin. "As cenas de morte e derramamento de sangue que temos assistido em Paris, em todo o Oriente Médio e aqui no nosso país devem servir como um alerta para todos nós. Seja em Paris ou Hebron, Jerusalém ou Nova York, temos de lutar uma luta amarga e obstinada contra aqueles que massacram pessoas inocentes — contra aqueles que assassinam a sangue frio. "

Rabbi Yaakov Litman, 40, right, and his son Netanel, 18

O rabino Yaakov Litman, 40, à direita, e seu filho Netanel, 18

Uma missão de resgate Kasher para viajantes da El Al parados em Montana

Uma missão de resgate Kasher para viajantes da El Al parados em Montana

Avião faz um pouso de emergência, e emissários fazem uma entrega de emergência

Por Carin M. Smilk | 15 novembro de 2015 17:18

 

Text Box: Hillel Fuld de Beit Shemesh, Israel, diz que emissária Chabad Chavie Bruk apareceu e instantaneamente colocou um sorriso em centenas de rostos."Hillel Fuld from Beit Shemesh, Israel, says that Chabad emissary Chavie Bruk “showed up and instantly put a smile on hundreds of faces.”Eles estavam parados em um aeroporto de Montana sem previsão à vista do final para a espera e sem comida kasher para comer. Foi o que aconteceu hoje para cerca de 300 passageiros em um vôo de Tel Aviv para Los Angeles da companhia aérea El Al. O Boeing 777 fez um pouso de emergência em Billings, Montana, quando um relato de incêndio em um dos motores tornou insegura a continuação da viagem.

Os passageiros desembarcaram do avião e vieram de ônibus a um terminal, onde esperavam por um outro avião para levá-los ao seu destino final — Aeroporto Internacional de Los Angeles. Ali eles eles aguardavam e enquanto as horas transcorriam, os suprimentos de comida —especialmente-a comida kasher — minguavam.

Hillel Fuld de Beit Shemesh, Israel, diz que de alguma forma, o rabino Chaim e a R. Chavie Bruk — co-diretores do Chabad-Lubavitch de Montana em Bozeman — tiveram ciência da situação e decidiram imediatamente oferecer assistência. Com seus três filhos pequenos a tiracolo, Chavie Bruk dirigiu um carro cheio de comida kosher 240 Km para o Aeroporto Internacional Billings Logan, onde os passageiros estavam esperando por quase 10 horas.

"Ela apareceu e instantaneamente colocou um sorriso em centenas de rostos. Ela fez isso com uma absoluta graça e nem por um segundo parou de sorrir", diz Fuld, de 37 anos, que trabalha em tecnologia. "A julgar pelo constante sorriso em seu rosto, ela está mais feliz por estar aqui do que nós por tê-la aqui.

"Foi um tremendo kidush Hashem — incrível e inspirador!"

Fuld, que está viajando com sua esposa e filho de 11 anos de idade para Los Angeles, desfrutou de bagels kasher, frios, batatas fritas e bolo. Montes de humus, frutas frescas e outros produtos também estavam disponíveis.

O rabino Chaim Bruk contou que o rabino da El Al em Israel telefonou-lhe pela manhã e informou-o do problema do avião. O poróprio Bruk estava em um voo para Minneapolis, mas sua esposa entrou em ação. Ela reuniu tanto alimentos prontos quanto pôde tinham acabado de receber um carregamento kasher na noite anterior empilhou seus filhos no carro e dirigiu duas horas até o aeroporto.

"Ela foi saudada como uma heroína", diz o rabino.

Enquanto isso, o grupo de cansados (mas não famintos) passageiros permanecem no aeroporto duas horas mais tarde agora já meio-dia à espera da próxima etapa de sua viagem.

Chavie Bruk, co-director of Chabad-Lubavitch of Montana in Bozeman with her husband, Rabbi Chaim Bruk, drove a car full of kosher food to Billings Logan International Airport for stranded passengers of an El Al flight to Los Angeles that had to make an emergency landing. (Photo: Hillel Fuld) 

Chavie Bruk, co-diretora do Chabad-Lubavitch de Montana em Bozeman com o marido, o rabino Chaim Bruk, dirigiu um carro cheio de comida kasher para o Aeroporto Internacional Billings Logan para passageiros retidos de um vôo da El Al para Los Angeles que tiveram que fazer um pouso de emergência. (Foto: Hillel Fuld)

Hundreds of people enjoyed bagels, cold meats, hummus, fresh fruit, chips and more as they lingered in the terminal. (Photo: Hillel Fuld)

Centenas de pessoas desfrutaram de bagels, frios, humus, frutas frescas, batatas chips e mais, enquanto eles pairavam no terminal. (Foto: Hillel Fuld)

A welcome respite from a long and hungry wait. (Photo: Hillel Fuld)

Uma pausa bem-vinda em uma espera longa e com fome. (Foto: Hillel Fuld)

Fuld, his wife and their 11-year-old son in Tel Aviv at the start of their trip. (Photo: Hillel Fuld)

Fuld, sua esposa e seu filho de 11 anos de idade, em Tel Aviv no início de sua viagem. (Foto: Hillel Fuld)

Uma profunda "reação interior é necessária nestes dias obscuros, ressaltou o Rabino de Paris.

Uma profunda "reação interior é necessária nestes dias obscuros, ressaltou o Rabino de Paris. A comunidade judaica francesa deve ir ao seu trabalho e viver com confiança em D'us.MKsp9208838.jpg

 

Mesmo enquanto ainda estavam sendo identificadas as vítimas dos atentados terroristas de sexta-feira em Paris, milhares de pessoas foram às ruas no domingo em um show improvisado de solidariedade durante um dia de luto em toda a França. Centenas também se reuniram na Synagogue de la Victoire em Paris à noite para um serviço memorial, incluindo o Rabino-Chefe do país, Chaim Korsia, e funcionários do governo local.

"Todo mundo estava profundamente comovido com a união e com os discursos", relata o rabino Chaim Shneur Nisenbaum da rede escolar Beth Haya Moushka em Paris. "O discurso do Rabino-Chefe da França foi muito forte, salientando que estamos todos unidos e que isso, os terroristas não podem vencer."

Antes do pôr do sol, rabinos Chabad e homens judeus ofereciam a adultos e meninos de mais de 13 a chance de pôr tefilin.

Rabino Moshe Cohen, co-diretor de Beth Loubavitch Paris 11, cuja sinagoga não é muito longe de onde um dos vários ataques aconteceram, dirigiu-se ao Bataclan e recitou Tehillim [Salmos] pelas vítimas e pela segurança de todos os cidadãos franceses. "Como um shaliach, um emissário do Rebe [Rabino Menachem M. Schneerson, de abençoada memória], eu senti que era importante demonstrar que estamos com o povo."

O teatro Bataclan foi um dos seis locais de Paris atacados sexta à noite por terroristas do ISIS. Outros alvos incluíram o Stade de France o estádio nacional de futebol e vários restaurantes. De acordo com as autoridades francesas, pelo menos sete terroristas, trabalhando em pequenos grupos, usaram fuzis e bombas caseiras para matar cerca de 130 pessoas e ferir outras centenas.

 

Rabino Moshe Cohen ajuda um homem a pôr tefilin em janeiro, após o ataque ao supermercado Hiper Cacher. Representantes Chabad também ofereceram tefilin para homens judeus que encheram as ruas neste domingo. Rabbi Moshe Cohen helps a man don tefillin in January, after the Hyper Cacher kosher supermarket attack. Chabad representatives offered tefillin to Jewish men who filled the streets Sunday as well.

Deste total de vidas ceifadas, cerca de 90 eram de espectadores dentro do teatro ouvindo um concerto de música no momento do ataque. Fontes disseram que pode haver vítimas judias entre eles; o que até domingo à noite não pôde ser confirmado.

"Todo mundo está tão triste. Este não foi um ataque a uma determinada comunidade; isso afetou todos os franceses", diz Cohen.

'Fiel à nossa observância'

Nisenbaum relata que as escolas de todo o país vão reabrir segunda-feira e observar um minuto de silêncio, incluindo as escolas Chabad.

Além disso, diz ele, os professores vão falar com os alunos sobre os ataques deixando os jovens expressar seus medos e preocupações e ajudando a assegurar-lhes que eles estão seguros e protegidos na escola e por toda a cidade, onde os militares estão agora nas ruas em vigilância.

"Os pais estão perguntando sobre a segurança nas escolas. Isso é algo que levamos muito a sério, e é algo que tem que ser feito", diz ele. "Mas, como judeus, temos que ser confiantes em D'us."

"D'us estará conosco", garante o rabino. "Nós temos que ir para o trabalho e também às lojas judaicas não devemos parar, porque, caso contrário, não estamos realmente vivendo. D'us é o Único em Quem podemos verdadeiramente confiar e em Quem podemos ter esperança."

No começo do dia, o rabino Nisenbaum postou no Facebook seus pensamentos sobre como responder aos ataques. Durante o seu discurso de dois minutos em francês, ele ressaltou que as pessoas precisam manter-se fortes e confiantes.

Fazer o contrário, disse ele, seria conceder aos terroristas uma vitória.

"Os trágicos acontecimentos ocorridos neste Shabat permanecerão profundamente em nossas memórias", disse ele na sua fala. "Isto, porém, não é a coisa mais importante. Precisamos saber como reagir a esse tipo de eventos. Certamente, precisamos de medidas de segurança... mas também precisamos de algo mais , uma profunda reação interior de cada um de nós."

O objetivo dos "bárbaros", Nisenbaum continuou, "é nos impressionar. Querem nos dizer que eles têm poder sobre a nossa consciência. Precisamos dar-lhes a resposta certa; eles não têm nenhum poder sobre nós. Somos livres... e estamos orgulhosos".

Falando mais tarde, ele acrescentou que "estes terroristas querem destruir nosso modo de vida na Europa e em outros países. É por isso que temos que ser fortes, firmes e confiantes , e não mudar o nosso modo de vida.

"Como judeus, devemos permanecer fiéis à nossa observância da Torá", disse ele. "Como os franceses em geral, devemos permanecer fiéis a nós mesmos e às nossas crenças. Isto irá mostrar aos nossos inimigos que o terror não é algo que nos fará mudar."

 

Kinus Ashluchim 5776

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Gary Stein passou a maior parte da semana passada aprendendo sobre Chabad - em profundidade e em pessoa. Ele deixou Vacaville, Calif., na semana passada, a convite do Rabino Chaim Zaklos, co-diretor do Chabad-Lubavitch de Solano County, os dois seguiram caminho para Nova York, para juntar-se a um grupo de 5.200 Rabinos Chabad e convidados de 86 países reunidos para a Conferência Internacional anual dos Emissários de Chabad-Lubavitch (Kinus Hashluchim).

A conferência, agora em seu 32º ano, ofereceu uma oportunidade para que os Rabinos recarregassem as baterias em uma atmosfera de companheirismo e inspiração antes de retornarem para suas comunidades. Isto também deu a eles a oportunidade de apreciar melhor o impacto global do Chabad-Lubavitch e sua fundamental filosofia, e passar algum tempo de qualidade com companheiros judeus de todo o mundo.

Isso é exatamente o que Stein, que participa de jantares de Shabat e assiste palestras em seu Beit Chabad, estava procurando: "Eu queria ter uma idéia do espírito mundial de Chabad. É difícil obter isso apenas com alguém dizendo a você a respeito disso. "

Eles chegaram na quarta-feira para cinco dias completos que incluíram extensas aulas de Torá, tefilot com milhares, uma grande variedade de workshops e palestras, e, claro, uma visita ao Ohel, o lugar de descanso do Rebe Rabino Menachem M. Schneerson, de abençoada memória e seu sogro, o Rebe Anterior - Rabino Yosef Yitzchak Schneersohn, de abençoada memória.

"O destaque para mim foi estar no Ohel - lugar de repouso do Rebe", disse Stein, que também foi movido por vivenciar a "dedicação daqueles ali reunidos. Eu nunca vi nada parecido. "

Rabino Sholom Dubov, co-diretor do Chabad of Greater Orlando em Maitland, Fla., Tornou-se um emissário três dias antes da segunda versão do  Kinus em 1984. Ele retornou quase todos os anos desde então, relatou ele, constatando que "Só o fato de vê-lo crescer ao longo dos anos é incrível. "

Ele também notou que sendo este um ano de Hakhel, focado em reuniões, unidade e em rededicação à Torá e Mitsvot o fez especialmente importante para os emissários se unirem.

Dubov ressaltou que a mensagem do Rebe para Hakhel é ao mesmo tempo universal e pessoal: Estar todos juntos para concentrar-se coletivamente cada vez mais em Torá e Mitzvot, bem como incentivar a cada indivíduo a "reunir" sua própria mente e coração para sincronizar suas próprias ações com suas intenções, com a intenção unificadora de servir a D'us.

 

Uma bênção para todos vocêsYUbm9200581.jpg

 

Cumprimentos do rabino Yehuda Krinsky, presidente da Merkos L'Inyonei Chinuch, o braço educacional do movimento Chabad-Lubavitch.

 "Qualquer reunião de shluchim é uma bênção para todos vocês, e, em extensão, para o mundo em geral", ele iniciou. "Neste ano em  especial de Hakhel, em que pode contar as bênçãos que cada um de vocês reunirá por vós e por KlalYisrael?

 Rabino Krinsky

 

"Eu tive a oportunidade de falar para vocês no passado que, durante o Kinusim para o shluchim e as shluchos, o humor do Rebe ficava perceptivelmente festivo e elevado", afirmou. "Este realmente é o caso, a partir do momento em que estamos juntos aqui hoje. Sem dúvida, o Rebe e a Rebetsin estão muito orgulhosos e gratos a vocês por tudo o que fazem. "

 

Rabino Moshe Kotlarsky, vice-presidente da Merkos e mestre de cerimônia da noite, falou sobre a inspiração pessoal que recebeu ao observar o trabalho do Chabad de Nepal em primeira mão após o 25 de abril, em que um maciço terremoto devastou a nação sul-asiática. Ele falou de como os emissários Chabad, Rabino Chezky e Chani Lifshitz entraram em ação sobrevoando de helicóptero o local para encontrar indivíduos presos e cuidar de turistas no Beit Chabad, oferecer comida e água e, mais tarde, abrigos tendas resistentes e até mesmo armações de casas mais estáveis por meio da parceria com a empresa israelense “Best Traill” – para o povo nepalês, muitos dos quais tinham perdido tudo.

 

"Estamos aqui para cumprir nossa missão em sua totalidade, que nenhum judeu será deixado para trás. Nenhuma criança judia será privada de uma educação judaica, e quando digo criança judia, quero dizer desde o berço, a partir do minuto em que nasce até que ela atinja os 120. Nenhum judeu será privado da oportunidade de se aproximar de D'us pelo estudo da Torá e cumprimento de Mitzvot.

 

"Então, o Todo-Poderoso pode conceder a todo o shluchim, que voltaremos deste Kinus reforçados, especialmente a partir do estudo da Torá que fizemos tal como expresso nos ensinamentos do Rebe,  para alcançar o sucesso esmagador em tudo o que fizermos."

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Moshe Holtzberg

Ele então apresentou Moshe Holtzberg,, de 9 anos de idade, filho sobrevivente dos shluchim Rabino Gavriel Z'L e Rivka Holtzberg Z'L, que foram assassinados no ataque terrorista em Mumbai, na Índia, em novembro de 2008, na sede de seu Beit Chabad.

Moshe caminhou até o palco seguramente e com uma voz soando confiança leu para um público cativo sem nenhum olho seco na sala. Suas palavras nítidas pairava no ar e foram seguidas por aplausos estrondosos.

E não foi só os 5200 shluchim que ficaram inspirados. Dezenas de milhares a mais se juntaram à celebração por meio de webcast internacional do Chabad.org que, pela primeira vez este ano, incluiu tradução simultânea para deficientes auditivos em linguagem gestual.

 

Força dentro de nós mesmos

 

O Jovem Moshe foi seguido pelo - Rishon LeZion – Rabino Shlomo Moshe Amar, ex-rabino-chefe de Israel e rabino-chefe atual de Jerusalém. "Ao olhar para um paradigma de dedicação total, não é necessário ver mais do que isso, para o Rabino Shlomo Matusof, sheliach do Rebe para o Marrocos", disse ao rabino, que tinha estudado na yeshivá Chabad em Casablanca.

uMMx9200586.jpg Rabino Shloime Chein

 

O orador principal foi o Rabino Shloime Chein, co-diretor da Rohr Chabad Student Center em Santa Cruz., Calif., Que falou de forma comovente sobre como o trabalho de um casal emissário Chabad é mais do que algo que eles fazem para ganhar a vida, mas quem eles são.

"Os padrões do Rebe são surpreendentes, tanto na energia ilimitada como na utilização de cada momento", afirmou. "E isto é uma brachá que o Rebe nos deu. Ao definir padrões tão altos, o Rebe em vigor nos capacita a alcançar nossas próprias alturas insondáveis. Quanto mais vivemos e respiramos nossos shlichus, mais força descobrimos dentro de nós, permitindo-nos inspirar os judeus de forma que ninguém pensou ser possível. Esta é a ética da própria obra e identidade do Rebe imbuído no sheliach.

Moshe acredita muito em sua inspiração, como um menino aspirante de sheliach do Rebe, nesta qualidade, contou algumas poderosas anedotas de infância que permaneceram com ele.

 Chein incitou seu companheiro shluchim a redobrarem os seus esforços para difundir a consciência judaica, alegria e conhecimento da Torá, apesar de todas as dificuldades que possam encontrar.

"E junto com o sheliach está o líder leigo", continuou ele, olhando ao redor da sala para os muitos convidados presentes. "O Rebe insistia em chamar-lhe parceiros, ao invés de doadores. Um doador contribui para uma causa fora de si mesmo. Um parceiro tem interesse na causa; lhe diz respeito pessoalmente. 

"Acredito que reflito o sentimentos de cada sheliach e shlucha quando eu digo que nós nos sentimos abençoados por esta parceria. Pelo seu apoio crucial, somos eternamente gratos. E de suas habilidades, temos reverência. Você é capaz de influenciar fronteiras além do nosso alcance. Existem judeus, que por qualquer razão, não virá para a casa de rabino para um jantar de Shabat ou uma reunião de Hakhel, mas sentem-se honrados com o convite para sua mesa de Shabat ou seu Hakhel social. Há pessoas que ainda não virão a um centro Chabad para uma aula, mas elas estão muito satisfeitas em participar de um almoço e aprender em seu escritório. 

"Existem judeus para quem o rabino não pode parecer antiquado, mas quando você faz isso, parece descolado. Com seus talentos, ambições e realizações, você possui chaves para as portas que ainda estão fechadas antes de nós. Você traz a missão de Abraão e o chamado do Rebe para lugares que só você pode chegar.

"E, na verdade," ele enfatizou, "este deve tornar-se o modus operandi de cada judeu. Tudo à nossa volta, o tempo todo, são oportunidades para transformar um momento fortuito para um mitzvah compartilhada. Devemos aproveitar essas oportunidades ".

Em sua palestra, o rabino tirou experiências profundas e pessoais de persistência em face da adversidade, que também foi o tema de um vídeo de como o Rebe inspirou e guiou os diferentes shluchim que enfrentaram vários desafios ao longo dos anos. Todos eles acabaram tendo sucesso em suas missões.

No caso de Chein, seu desafio era na luta contra uma doença auto-imune rara que ele finalmente venceu.

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Nenhum evento ou festa seria completo sem danças de alegria da multidão. 

 

Uma breve explanação extraida de www.chabad.org 

Poema de Adolescente Do Brooklyn Se Torna Viral

 

Poema de Adolescente Do Brooklyn Se Torna Viral, Compartilhando Inspiração Chassídica Com o Mundo

Uma menina Chabad de 16 anos faz um trabalho escolar, e o resto é história

Por Dovid Margolin | 24 de julho de 2015 17:36

This poem written by 17-year-old Chanie Gorkin, with its unique style and positive message, was tweeted and went viral.

Um poema inspirado escrito por uma garota Lubavitch de 16 anos, Chanie Gorkin, do bairro de Crown Heights de Brooklyn, NY, se tornou viral esta semana, compartilhando uma mensagem de esperança Chassídica com mais pessoas do que Gorkin jamais poderia ter imaginado. Sem o conhecimento da jovem autora, o poema ‑ entitulado "Worst Day Ever?" ‑ foi impresso e afixado em uma placa em um bar do norte de Londres, quando alguém tirou uma foto e o tuitou.

O poema se tornou viral, atraindo a atenção de meios de comunicação de ambos os lados do Atlântico, incluindo Mashable, The Huffington Post, ABC, NBC e The Telegraph.

Text Box: Este poema escrito por Chanie Gorkin, 17 anos, com seu estilo único e mensagem positiva, foi tuítado e se tornou viral."A cobertura tem sido enorme", diz a mãe de Gorkin, Dena, notando que a filha não estava procurando uma tal atenção. "Mas ela está feliz por ter inspirado tanta gente."

Para Gorkin, uma aluna da 11a série na Beth Rivkah High School, em Brooklyn, a história começou em novembro, quando uma professora lhe atribuiu a tarefa de escrever uma redação com o tema de "O Pior dos Dias."

"Chanie voltou da escola e disse que em vez disso, queria escrever algo inspirado pela filosofia chassídica, que ensina a aproveitar o poder de moach shalit al halev [a capacidade do intelecto de governar suas emoções] e encontrar o bem escondido em cada momento."

Chanie já vinha escrevendo criativamente há alguns anos, então ela virou a tarefa que lhe havia sido atribuída de cabeça para baixo, literalmente, escrevendo um poema que poderia ser lido para a frente, mas sua verdadeira mensagem somente era revelada quando lido de trás para frente:

O Pior Dia?

Hoje foi absolutamente o pior dia desde sempre

E não tente me convencer de que

Há algo bom em todos os dias

Porque, quando você olha mais atentamente,

Este mundo é um lugar muito mau.

Mesmo se

Alguma bondade realmente brilha através de vez em quando

A Satisfação e felicidade não duram.

E não é verdade que

É tudo na mente e no coração

Porque

A verdadeira felicidade pode ser alcançada

Somente se os próprios arredores são bons

Não é verdade que o bem exista

Tenho certeza que você pode concordar que

A realidade

Cria

Minha atitude

Está tudo fora do meu controle

E você nunca em um milhão de anos me ouvirá dizer

 

Hoje foi um dia muito bom

Agora leia-o de baixo para cima, de outra maneira,

E veja o que eu realmente sinto sobre o meu dia.

"É garantido fazer você pensar '

Poucos dias depois, Dena Gorkin, ela mesma uma diretora da Bnos Chomesh Girls High School, em Crown Heights, compartilhou o poema de sua filha com uma estudante que estava tendo um dia ruim.

"Minha aluna leu-o e ficou encantada", ela relata.

Pouco tempo depois, o poema foi inscrito num concurso de poesia em PoetryNation.com, chegando até as semi-finais antes de finalmente ser preterido. O poema também foi publicado no Boletim N'shei Chabad Newsletter, uma revista Chabad para mulheres, e sua vida foi prolongada por ser popularmente compartilhado no Facebook e fazer as rondas no serviço de mensagens WhatsApp.

A história parecia estar esmorecendo até que um tweet a partir do outro lado do mundo incendiou as mídias sociais e deixou a mídia tradicional se esforçando para acompanhar.

"O poema, que foi amavelmente postado em 'alguma parede' em Londres (porque, como todos sabemos, os londrinos, quase sempre, têm necessidade de algo para lhes animar um pouco), tem dois significados alternativos, dependendo se você lê-lo de cima para baixo ou de baixo para cima, e é garantido para fazer você pensar ", escreveu The Metro, um jornal de Londres.

Desde que foi reportado, uma imagem do poema foi publicada em muitos sites e lido por milhões de pessoas.

"Eu acho que o poema de Chanie tornou-se popular porque há muita escuridão neste mundo, e algo edificante como isto realmente ressoa", diz a mãe. "Palavras que saem do coração entram no coração. Eu acho que a sinceridade de Chanie foi sentida através de suas palavras."

A Chanie mesma não foi quem postou seu trabalho no Facebook; como ela diz, ela preferiria sair com seus amigos na vida real.

"A mensagem do poema não é minha", diz Chanie, que já completou 17 anos e está entrando no 12º ano. "O Rebe [rabino Menachem M. Schneerson, de abençoada memória] ensinou que quando você muda sua perspectiva, outras coisas também mudam. Isso é o que inspirou este poema. "

Embora ela não procurasse atenção internacional, a sociável e estudiosa Gorkin — que recebeu um "A" para o poema na escola — está contente se ele teve um efeito positivo sobre alguém, em algum lugar.

"Estou muito feliz que meu poema inspirou pessoas. Se alguém estava tendo um dia terrível e isso os ajudou a virar o jogo, então tudo valeu a pena."

Obviamente, é uma longa história.

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Universidade de Syracuse.

Na foto: autor da carta, Yerachmiel, com sua família.

A seguinte carta comovente ao rabino Yaakov T. Rapoport, sheliach na Universidade de Siracusa, foi enviada por um estudante não religioso que participou de uma refeição de Shabat em sua casa em 1996. O jovem estudante achou que os costumes eram estranhos, e mal conseguiu passar da sopa. Mas esse breve encontro: teve um efeito eterno:

R. Rapoport

No verão de 1996, eu era um jovem estudante brilhante, socialmente desajustado, no programa pré-universitário da Universidade de Siracusa. Eu tinha 16 anos na época. Prendia meus cabelos longos num rabo de cavalo, usava um monte de roupas multicoloridas, e para fechar o perfil completo, eu tinha acne. Toda a minha essência gritava "Yid!". Você se apresentou para mim um dia. Eu acho que a reunião foi no refeitório, e eu tenho certeza que eu estava comendo um sanduíche de presunto. Você me convidou para o que se seria a minha primeira experiência de Shabat.

Lembro-me da experiência extremamente bem. Era verão e todos os alunos regulares estavam fora. Nós não tínhamos um minian. Nós nem sequer tínhamos um meio minian! Era só eu, um estudante de graduação, e você. Você me ajudou a tatear o caminho através das rezas e depois me levou de volta para a sua casa para o jantar. O suco de uva parecia normal o suficiente. Quem não gosta de suco de uva? Em seguida, a lavagem das mãos ... estranho, em seguida bençãos sobre os alimentos em hebraico ... estranho. E caramba, havia crianças pulando em cima de mim vindas de todas direções! Isso era muito estranho! Aquilo definitivamente era um culto! Eu acho que consegui permanecer até o prato de sopa e então corri para fora.

Cerca de dez anos depois da primeira experiência, depois de um monte de voltas e reviravoltas interessantes, eu finalmente me vi  numa Yeshiva em Israel e comecei a minha jornada para uma vida frum, religiosa. Obviamente, é uma longa história.Muito mais longa do que eu posso escrever em um email. Hoje, eu tenho 34 anos. Eu vivo em Modi'in Ilit, Israel. Sou casado e, bli eyen hará, nós temos quatro crianças que estudam em Yidish chadarim (foto anexa, obviamente). Eu pensei em você com uma incrível sensação de reconhecimento pela bondade neste Shabat, lavar as mãos, beber suco de uva, e com crianças pulando em cima de mim de todas as direções. Hashem tem um belo senso de humor!

Eu queria dizer-lhe três coisas: (1) Obrigado! (2) Em sua linha de trabalho, mesmo quando você acha que falhou, você teve sucesso ... e às vezes você até chega a ver os Frutos neste mundo! (3) Não me lembro de qualquer coisa que você me disse naquele Shabat, mas as sementes de EMES, da verdade, que você plantou em algum lugar profundo da minha neshama, alma, agora estão crescendo forte. Apenas levou um certo tempo.

 

Obrigado!

 

Yerachmiel Elimelech Weiss

Uma só nação

 

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O presidente de Israel, Reuven Rivlin, recepcionou três crianças israelenses que viviam no Nepal e chegaram a Israel  nesta terça-feira, 29/5, em um voo especial com israelenses resgatados no Nepal após o terremoto que atingiu o país no último sábado. As crianças chegaram acompanhadas pela avó Yehudit Fleischman e a babá Lolita,  já que seus pais, os emissários do Chabad, rabino Chezki Lifshitz e sua esposa Chani, ficaram no país auxiliando outros isralenses vítimas da tragédia.
 
O presidente israelense Rivlin recebeu as crianças, Shmuel, Rivki e Yitzchak, com idades de 4 a 6, em sua residência, e lhes ofereceu chocolates e ouviu suas história sobre os últimos dias no Nepal após o terremoto. O presidente também telefonou para o rabino Chezki e sua esposa e deixou as crianças falarem com os pais.
 
O casal Lifshitzs ficou muito comovido com o telefonema e agradeceram ao presidente pela calorosa recepção dada aos seus três filhos pequenos. “Nós somos todos uma nação! Embora tenhamos ficado para trás no Nepal, para ajudar, o presidente do Estado de Israel tomou conta de nossos filhos pessoalmente”, escreveu  Lifshitzs em um post do Facebook logo após a conversa.
Chani e Chezki Lifshitz, os emissários da organização judaica Chabad com base na cidade de Kathmandu, continuam os esforços de ajuda a israelenses atingidos pelo terremoto. O Rabino Chezki Lifshitz viajou de helicóptero nesta quarta-feira, 29/5, ajudando a resgatar 25 vítimas israelenses que estavam isoladas sem comida, água ou eletricidade em aldeias remotas do Nepal. A casa do Chabad nessa cidade também está trazendo comida para campos de refugiados nepaleses.
 
“O trabalho que vocês estão fazendo por todo o mundo e, claro, para os israelitas no Nepal, é extraordinário, do ponto de vista judaico, israelita e universal,” disse o presidente Rivlin ao casal do Chabad durante o telefonema. “Assim como vocês abrem sua casa para o mundo todo, estamos muito satisfeitos em abrir nossa casa para seus filhos.  Vamos cuidar deles e através deles estender-lhes a nossa gratidão”, concluiu o presidente.

 

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