
Alguns pontos da antiga história de Purim que podem ser incorporados a nossa vida “moderna”:
O único interesse de Esther em todo o luxo, abundância e poder do palácio era aquilo que ela poderia usar para salvar seu povo e servir a D’us.
Mordechai não se inclinou. Ele era orgulhoso de ser judeu e nem mesmo as ameaças do poderoso e perverso Haman poderiam induzi-lo a comprometer suas crenças.
A libertação dos judeus da cruel trama de Haman foi apressada pelas crianças, que continuaram a rezar e estudar Torá sem interrupção.
Apesar do fato de que os judeus estavam dispersos pelas 127 províncias de Achashverosh, eles formavam – nas palavras de Haman – “uma nação”. Eles eram unidos.
Nossa maior força vem do fato de permanecermos unidos como um povo.
Embora a direção de D’us para o mundo esteja freqüentemente oculta, como ocorreu durante a história de Purim – na qual até Ester se tornando rainha pareceu “acontecer” por si mesma – devemos entender que é D’us quem controla o mundo e cada detalhe. Para trás, para a frente, acima e abaixo.
Purim é a época de nos rejubilarmos no grande milagre que D’us forjou para nós, e os milagres que Ele continua a conceder a cada indivíduo e a todo o nosso povo, todos os momentos de todos os dias, até o milagre supremo, a Era Messiânica.
